segunda-feira, julho 25, 2011
Ah! Tivesse eu um iPhone e fosse um "facebookboy"... (nota - post atrasado que ficou esquecido)
quarta-feira, julho 13, 2011
segunda-feira, julho 11, 2011
Carta para ti
Olá!
Ainda estou na estação à espera do comboio. Perdi o primeiro, sabes. Outra vez! Isto a ti nunca te acontece porque detestas chegar em cima da hora ao aeroporto. Sofrias mais do que eu quando te ligava a dizer: "Olha, desta é que vai ser mesmo apertado...". Até que de uma vez foi mesmo e lá foste tu para me salvar!
Já me salvaste umas quantas vezes com os teus pés sempre na terra. Com a tua sinceridade bruta. Com a tua honestidade quando te ris quando eu ainda nem comecei a contar a última história. Hoje disseste a rir (às vezes não sei se ris de gozo, de incredibilidade, nervosismo, preocupação ou se simplesmente te divertes): "É pá! (gargalhada) A tua vida dava um filme (gargalhada)!
É pá! Pois dava!
Mas há sempre cumplicidade nas nossas gargalhadas. Aliás, agora que penso, acho que é mesmo nesse sítio que somos mais próximos.
Mesmo quando estamos os dois meio nervosos.
Admiro-te. Tu sabes.
Bem, acabou.
Este fim-de-semana foi mesmo o fim, não foi? O que nós nos divertimos! Sozinho não o teria feito. Não fazia sentido. E eu que trouxe as sapatilhas verdes que tu detestas.
Sabes, vou dizê-lo, talvez esteja a exagerar um bocadinho, ainda a quente, mas tu conheces-me e não levas a mal quando digo coisas estapafúrdias a quente: foste o mais importante de tudo isto!
Desta vez nem me apeteceu escrever postais à Clara. Era o nosso fim-de-semana. E também o que é que eu lhe ia dizer? Depois explico-lhe e sei que Ela não vai levar a mal. Espero que a tua filha seja como tu, que nunca se zangue comigo e seja sempre minha amiga. Aquela vez não conta, está bem? Gosto tanto Dela e tu sabes o que me chateia vê-la crescer pelo skype ou pelas fotografias que me mandas.
Mas tirei mais fotografias do que nunca. Porque não me quero esquecer desta e é por isso que tiro fotografias porque tenho medo de me esquecer das coisas.
E o que vamos fazer agora? Um fim-de-semana de vez quando metemo-nos num avião e encontrarmo-nos numa cidade qualquer?
Vem aí o comboio. Perfeito. Vou parar de escrever e não tenho que pensar num fim para esta carta. Ah!
Abraço Gordinho!
sábado, julho 09, 2011
Berlin é simplesmente Berlin
quarta-feira, julho 06, 2011
Quarta-feira
terça-feira, junho 28, 2011
Engraçado é...
domingo, junho 26, 2011
Bom dia!
"Londres, 30 graus à sombra!". Título do filme de hoje. Haverá pond, sorrisos, crianças, beijinhos e abraços, amigos que não se viam há 3 anos, gelados, estórias, partilhas...
Bom dia!
quinta-feira, julho 08, 2010
Mmm...
sexta-feira, julho 02, 2010
Trinta graus a sombra!
quarta-feira, junho 16, 2010
sexta-feira, junho 11, 2010
777
quinta-feira, junho 03, 2010
Hoje não fez feriado em Londres
quinta-feira, maio 13, 2010
Coincidência ou fé?!
terça-feira, maio 11, 2010
quarta-feira, abril 21, 2010
sábado, abril 17, 2010
Eyjafjallajökull - somos tão vulneráveis como o resto do mundo!
sexta-feira, abril 16, 2010
Percursos diferentes
quinta-feira, abril 15, 2010
domingo, março 28, 2010
A desconfiança está a desaparecer...
A história desta semana podia ter inúmeros títulos, tantos foram os contextos, espaços e emoções onde me movi.
(e a música "sobe" para Balmorhea - Bowspirit (gostava de ter mais tempo para explorar as deixas do Pedro!).
Mas olhando para trás, um exercício que devia fazer mais vezes, escolho este: a desconfiança está a desaparecer! Esta cidade está-se a tornar minha, ou será ao contrário?!
Tive teatro. Curtas numa qualquer linha entre o amador e o profissional, num ambiente intímo na cave de um pub: The factory. Pista com chão de luz. Títulos (autores e actores) escritos numa lousa. Público escolhia a ordem e os papeis (1st/2nd…) dos actores. Houve interpretações fantásticas. As minhas favoritas:
- uma pessoa aborda outra na rua reconhecendo a sua origem (outro país, terra) por te-la ouvido falar ao telefone. Esta, a segunda, inicia o diálogo intimidada pois não reconhece a primeira que claramente sabe muito sobre a sua vida do passado. Papeis invertem-se quando a primeira se expõe ao ponto de dizer que a segunda foi carcereiro numa prisão onde ela recebeu maus tratos (presumivelmente num país estrangeiro, lutas étnicas…). Aí o carcereiro torna-se o mais forte e dominador dizendo “que ainda há muitos de nos aqui e que não adianta fugires que te vamos apanhar”…
- casal disfuncional!!! A mulher chega a casa 2 horas depois de ter saído do trabalho e com o telefone sempre desligado. Companheiro deixou queimar o jantar POR CAUSA dela, estava preocupado... Mas ela foi em piloto automático para a sua antiga casa, uma pequenino apartamento onde agora vivem 7 pessoas de uma família da Europa de Leste que a acolheram muito bem. E eram tudo o que eles os dois não eram (doces, amigáveis, compreensivos…)…
Proximidade com o publico sem exageros que eu detesto.
Houve Ballet Black. Uma colagem incoerente de 4 peças. Muito boa música (gravada). Bailarinos medianos. Criatividade reduzida. Mas, bons momentos de movimento. Foi bom!
E ontem, depois de umas horitas no Instituto houve Chris Ofili e Henry Moore. Não vos maço com os meus comentários e divagações.
E claro, já houve cardiomiócitos que batiam!!! Ajuda preciosa da M (é incrível como comentários simples de quem sabe e tem os olhos bem abertos podem ajudar).
Também houve esquecimento de um aniversário de quem não merece que se esqueça (vergonha de telefonar a pedir desculpa) e uma festa do bigode onde não estive.
Mas a cima de tudo, não estranhei a confusão da hora de ponta, caminhei livremente pelas ruas, tive saudades mas senti-me em casa...
Daqui a pouco saio do Instituto e só me apetece uma tarde em frente à televisão a ver filmes de qualidade duvidosa (mas há tanto trabalho do PWG para fazer...).
Bom Domingo!