segunda-feira, março 16, 2009

Science 2

FACT SHEET ON PRESIDENTIAL MEMORANDUM ON SCIENTIFIC INTEGRITY

"Today, more than ever before, science holds the key to our survival as a planet and our security and prosperity as a nation. It’s time we once again put science at the top of our agenda and worked to restore America’s place as the world leader in science and technology." - President Barack Obama.

Today, President Obama is signing a Presidential Memorandum on scientific integrity. This memorandum helps to implement one of the President’s key campaign commitments on science policy, which was to "restore scientific integrity in government decision making."
Science and technology are essential to achieving a broad range of national goals: driving economic growth and job creation; allowing Americans to live longer, healthier lives; developing clean sources of energy that reduce our dependence on foreign oil; protecting our environment for future generations of Americans; strengthening national and homeland security; and more.
Realizing the potential of science and technology to help achieve all of these goals requires that the Administration’s decisions about public policy be guided by the most accurate and objective scientific advice available. The public must be able to trust that advice, as well, and to be confident that public officials will not conceal or distort the scientific findings that are relevant to policy choices.
Accordingly, the President is assigning to the Director of the Office of Science and Technology Policy (OSTP) the responsibility of ensuring the highest level of integrity in all aspects of the executive branch’s involvement with scientific and technological issues.
Within 120 days, the Director of OSTP must develop a strategy for ensuring that:
- The selection of scientists and technology professionals for science and technology positions in the executive branch is based on those individuals’ scientific and technological knowledge, credentials, and experience;
- Agencies make available to the public the scientific or technological findings or conclusions considered or relied upon in policy decisions;
- Agencies use scientific and technological information that has been subject to well-established scientific processes such as peer review; and
- Agencies have appropriate rules and procedures to ensure the integrity of the scientific process within the agency, including whistleblower protection.

Comments:
1. One could apply some of the same principles to understand why is Science so important to the practice of clinical medicine.
By: me!
2. De facto a troca do "deus" republicano pela "ciencia" democrata foi provavelmente a mais importante das mudanças. o resto virá por acrescimo.
By: JMSP

Science 1

In what experts are calling one of the largest known cases of academic misconduct, a leading anesthesiology researcher has been accused of falsifying data and other fraud in potentially dozens of published studies.Scott S. Reuben, MD, of Baystate Medical Center in Springfield, Mass., a pioneer in the area of multimodal analgesia, is said to have fabricated his results in at least 21, and perhaps many more, articles dating back to 1996.
The confirmed articles were published in Anesthesiology, Anesthesia and Analgesia, the Journal of Clinical Anesthesia and other titles, which have retracted the papers or will soon do so, according to people familiar with the scandal (see list). The journals stressed that Dr. Reuben’s co-authors on those papers have not been accused of wrongdoing.

More in: anesthesiologynews.com
Thanks to JMSP for the link!

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Com que letras se escreve a palavra PAZ?

With a democrat african-american in Washington and a centrist woman in Jerusalem, will the path for peace be seriously (re)ignited?

CNN breaking news
Publico breaking news

sábado, janeiro 31, 2009

quinta-feira, janeiro 29, 2009

quarta-feira, janeiro 28, 2009

O significado das palavras (post não acabado)

Pode um conjunto de sons articulados por uma criança de 6 anos conter pozinhos de fada?
Sim. Há de certeza palavras mágicas.
Ou serão mágicas todas as palavras?
Como se mede a magia das palavras?

sábado, janeiro 24, 2009

1105

Hoje acordei ao som desta música.
Por vez do estéril cinzento infiltrante dos últimos dias, o SOL esforça-se por vencer as persianas cerradas. Ele ganha sempre!
Tenho que sair da cama.
A convulsão de ideias e sonhos ganhou a serenidade da procura e do projecto.

Bom dia!

quarta-feira, novembro 05, 2008

Precisa-se de matéria prima para construir um País

Recebi esta mensagem de um amigo e não posso deixar de a partilhar...

"Precisa-se de matéria prima para construir um País"

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.


Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO. Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos.... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país...Onde a falta de pontualidade é um hábito;
Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos;
Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica;
Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.


Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.


Não. Não. Não. Já basta.


Como ' matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...


Fico triste.


Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.


Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.


Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro...


Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos.
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.


Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.


Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa?..


MEDITE!


EPC
in Público

sexta-feira, outubro 31, 2008

Os bichos e a crise


Macaco de crista preta da ilha indonésia de Sulawesi que deu a Stefano Unterthiner o Prémio "Wildlife" 2008, na categoria "Retratos de Animais". Fonte: Publico.pt

sábado, outubro 11, 2008

Convém não esquecer

The mortality of the human species is still 100%

Gillian Twomey (IR), numa discussão sobre cuidados no fim da vida.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Volto já!

Sentado n' "A Medieval" ainda a percorrer o caminho do regresso a casa...


Volto em breve...

sábado, agosto 23, 2008

quarta-feira, julho 30, 2008

sábado, junho 07, 2008

Alegre, o Bloco, a poesia e a fatal igualdade na pobreza

Porque os tempos não têm sido de muita inspiração, partilho palavras emprestadas de ideias partilhadas com José Manuel Fernandes, de um dos melhores textos que lhe conheço.

Bom fim-de-semana e não esquecer que já só há 37,5 horas de Serralves em Festa!

É tempo de acabar com os idealismos vazios e perigosos que pregam apenas a igualdade e se esquecem sempre da responsabilidade e, bastas vezes, da liberdade.
Não há nada como passar uns dias num país nórdico, como a Suécia, para perceber que o problema português é exactamente o oposto daquele que, em nome de uma autoproclamada "esquerda", se defendeu esta semana no comício do Teatro da Trindade, em Lisboa.
No evento, onde Manuel Alegre se juntou a dirigentes do Bloco de Esquerda, este disse que ser de esquerda "é uma imprudência", mas que era imprudente "desde a juventude" e que isso, enfim, era "uma festa". Por isso Portugal precisaria de "mais esquerda" para fazer "renascer a esperança", "a alegria" e as "canções cantadas em comum". Tudo porque "as pessoas gostam de estar juntas".
É difícil imaginar um discurso mais vácuo e sem significado concreto. Na verdade, se Alegre quiser encontrar, todas as semanas, lugares onde se juntam mais de 500 pessoas para "estarem juntas", celebrarem a "alegria", falarem de"esperança" e entoarem canções "em comum" bastar-lhe-á ir a uma missa católica. Em boa parte delas, sobretudo em algumas paróquias, é exactamente isso que acontece. E mais depressa se ouve lá o Hino à Alegria do que estrofes como as entoadas naquele teatro: "Quando a corja topa da janela/Quando o pão que comes sabe a merda/O que faz falta..." e por aí adiante. É provável que encontre lá mais "festa" e letras menos agressivas.
O exemplo serve apenas para sublinhar o vazio de uma mensagem que pode ser servida por uma voz tonitroante ou até pela poesia, mas que não ultrapassa, em última análise, o círculo vicioso de uma autoproclamada esquerda que, como disse outro companheiro de comício, José Soeiro, este dirigente do Bloco, tudo se centraria em garantir a justiça social e a igualdade. Ora, sucede que justiça social só rima com igualdade se, no discurso político, à permanente invocação de direitos se acrescentar a defesa da responsabilidade e se entender a solidariedade não como uma missão longínqua do "Estado" antes como algo que integra o dia-a-dia. Uma noite com os colaboradores da Comunidade Justiça e Paz a distribuir comida pelos sem-abrigo de Lisboa ou um dia nos armazéns do Banco Alimentar contra a Fome seriam por certo menos in do que uma noite no Lux, mas muito mais instrutivos sobre o outro Portugal que não aparece nem nas bancadas da Assembleia da República, nem nas manifestações da CGTP, muito menos nas celebrações, ou "actos culturais", do Teatro da Trindade.
Aquilo que na Suécia, só para citar um exemplo, podemos encontrar é uma sociedade onde os elevados níveis de equidade social (uma formulação mais rica e mais progressiva do que a velha "igualdade social") caminharam sempre a par com a liberdade e a responsabilidade. É por isso que custa ver Manuel Alegre sentado ao lado de militantes, como os que vieram dos partidos fundadores do Bloco de Esquerda, para quem sempre se pode sacrificar a liberdade em nome da igualdade. Em Dezembro de 1974 Alegre teve, no primeiro Congresso do PS após o 25 de Abril, um papel central na separação de águas entre os que defendiam o socialismo antes de tudo o mais e os que só entendiam o socialismo "em liberdade". O facto de estes mais de 30 anos terem demonstrado, à saciedade, que a ideia original do socialismo é incompatível com a de liberdade - ao contrário da ideia de social-democracia ou de social-cristianismo, os dois pilares sobre os quais assentou a construção europeia -, ainda há quem não entenda que "uma sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade acaba por ficar sem nenhuma delas, ao passo que uma sociedade que coloca a liberdade à frente da igualdade acaba por ter um grau mais elevado de ambas".
Apesar desta frase ser de um autor que dificilmente associaríamos à Suécia (Milton Friedram), a verdade é que se algo diferenciou a Suécia da maior parte dos países do Velho Continente foi o seu pioneirismo na defesa da liberdade. A Suécia já tinha uma lei que garantia a liberdade de imprensa antes de estalar a Revolução Francesa (o Reino Unido não tinha uma lei, mas tinha a prática), a Suécia esteve entre os primeiros países europeus a reconhecer os direitos da mulher e a permitir uma liberdade sexual só possível porque acompanhada por um elevado sentido de responsabilidade. Um exemplo anedótico: no Aeroporto Internacional de Gotemburgo não há casas de banho separadas para homens e mulheres, mas também não há atropelos nem abusos. E se tudo está organizado e limpo, isso não sucede porque prevalece a autoridade, mas porque não se imaginam irresponsabilidades que ultrapassem os excessos alcoólicos de sábado à noite. E a naturalidade com que, no dia seguinte, muitos se juntam numa igreja, não longe do relvado onde muitos se estendiam, em fato de banho, para beneficiar de um raro dia de calor, para contribuírem para uma obra social. Tudo antes de, segunda-feira, se apresentarem na fábrica da Volvo de forma pontual para trabalharem com rigor e elevada produtividade.
Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal, razão pela qual enquanto se pedir apenas igualdade sem ao mesmo tempo fazer a pedagogia da responsabilidade, do trabalho e da exigência não é apenas querer-se poesia no lugar da política: é deixar-se levar em nome da poesia para a alegre pobreza. E o tempo dos pobretes mas alegretes já lá vai, felizmente.

Fonte: Publico.pt

domingo, maio 25, 2008

Encosta-te a mim

Repito vezes demais frases que terminam em "Enfim!"... Vivemos caminhos errados em sonhos perdidos. Queremos que se repitam até voltarmos a sentir vezes sem conta (e sem estar a contar) aquela dor no meio da barriga...
Mas nem sempre ela vai voltar!
"Amem-se ou morram!" nas palavras de Morrie. Mas amar é também respeitar e saber dizer (apenas) baixinho "Encosta-te a mim..."

sexta-feira, maio 16, 2008

Nem tudo o que brilha é ouro...

Minhas senhoras, podem parar! Directamente de uma das revistas médicas mais conceituadas do mundo...

Although low-calorie sweeteners are a dietary staple for many individuals trying to maintain or lose weight, an emerging body of evidence suggests these substances offer little help to dieters and may even help promote weight gain.
A 2007 review found that laboratory, epidemiological, and clinical studies examining effects of low-calorie sweeteners presented an unclear picture of their usefulness (Bellisle F and Drewnowski A. Eur J Clin Nutr. 2007; 61[6]:691-700). Because the scientific findings are mixed, there is currently no official recommendation about using artificial sweeteners as a tool for weight control.
However, some studies have suggested that low-calorie sweeteners may actually increase appetite for sweet foods, promote overeating, and lead to weight gain. Recent findings lend further support to this theory, demonstrating that artificial sweeteners blunt the body’s energy expenditure mechanisms and activate taste pathways differently than sucrose—findings that might prompt dieters to rethink their weight-loss strategies.
In, JAMA 2008;299(18):2137-8

quinta-feira, maio 15, 2008

Jovem interno de Anestesiologia, Português, pseudo-cientista e bom rapaz procura companheira do sexo feminino, abastada e disposta a financiar PhD

Your application for admission to UCL has been considered and I am pleased to be able to make you an offer of entry to the above programme of study.

Nos útlimos anos tenho me habituado a receber cartas desagradáveis no correio: contas para pagar, extractos bancários, bolsas recusadas (três até à data), publicidade ao SLB, alguns números da Revista da Ordem...
Por isso, apesar de o Director do Laboratório estar à minha espera, aguardava com alguma ansiedade a chegada desta resposta da Universidade!
Dois dias antes, numa entrevista em Londres, consegui uma posição em partime no Serviço de Cuidados Intensivos do Hospital do University College London. Recordando, acho que desde a minha "primeira" com o "grande" Prof. Teixeira Gomes tenho me dado bem com orais/entrevistas!
E desta vez a cidade convenceu-me. Menos caos nos transportes, a descoberta de bairros e micro-ambientes engraçados perdidos na cidade, SOL...
Estou para ver o que vem aí!!! É claro que ainda me falta A BOLSA que me permita viver em Londres durante 3 anos sem pensar que passados 3 meses posso ter que voltar para casa com o rabo entre as pernas. Mas sem isto, o dinheiro de nada valia!
And today is for celebration! I'm in!

quarta-feira, maio 07, 2008

Every possible mistake...

Partilho a música que foi eleita esta manhã como o hino do nosso laboratório ou o "Hino do jovem cientista".
Por Jürgen Hinkelmann e Bernardo Bollen Pinto.

segunda-feira, maio 05, 2008

Conversa em dia

Um blog é como um amigo da Escola. Podemos passar meses sem o ver que sabemos que ele vai estar sempre lá! E a separação de bens que nos une permite-me voltar às suas linhas depois de semanas de silêncio. Espero que os leitores deste espaço o compreendam!

E nestas semanas houve sucessos pelo laboratório com as experiências (finalmente) em bom ritmo, mas sem que o insucessozito ocasional nos deixe de visitar. Houve visitas nesta minha terrinha. Houve leituras apaixonadas da novela do PSD. Houve mais um fim-de-semana detrutivo em Berlin, desta vez com a companhia de um turista novo. Há dias de Sol e 24 graus lá fora com luz até às dez. Não tem havido corridas porque o joelho operado não deixa mas tem havido piscinas para compensar.
E há música nova. Fica esta:
The knife: Heartbeats
One night to be confused
One night to speed up truth
We had a promise made
Four hands and then away
Both under influence
We had divine scent
To know what to say
Mind is a razorblade

To call for hands of above, to lean on
Wouldn't be good enough for me, no

One night of magic rush
The start: a simpel touch
One night to push and scream
And then relief
Ten days of perfect tunes
The colours red and blue
We had a promise made
We were in love

To call for hands of above, to lean on
Wouldn't be good enough for me, no
To call for hands of above, to lean on
Wouldn't be good enough

And you
You knew the hand of a devil
And you
Kept us awake with wolves teeth
Sharing different heartbeats in one night

To call for hands of above, to lean on
Wouldn't be good enough for me, no

To call for hands of above, to lean on
Wouldn't be good enough

quinta-feira, abril 17, 2008

Há músicas mágicas!

Não tem que ser pela letra, pela melodia, pelo local ou pela altura em que a ouvimos. Nem pelas memórias que ela nos traz...
Mas naquele momento em que ela passou, a simplicidade do som faz-nos sorrir. Perspectivam-se as dificuldades nos cenárias das lutas vencidas e das metas alcançadas. Não se pára então de lutar mas os caminhos tornam-se mais claros e há um fôlego renovado para o futuro incerto (o único que me dá prazer).
Ontem, a trabalhar ao computador, no comboio entre Münster e Bruxelas, a caminho de mais uma reunião, ouvi uma assim.
Obrigado M!